21 junho, 2010

Preparar, apontar, editar!


Começo esse post com uma frase bem legal que me veio a mente hoje mais cedo:

- Se minha vida fosse um jogo, eu estaria no "chefão" agora!
A frase é, a realidade não.

(faço isso só pra dar o ar humano, na verdade sou uma máquina)



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Recentemente aprendi a editar fotos em H.D.R. (high dynamic range), abaixo coloquei algumas screens que tirei enquanto mexia nas imagens e no photoshop.


As imagens selecionadas foram as que utilizei no processo da montagem da panorâmica.
São 4 HDR na base e 4 HDR no topo.

Para melhor precisão de ajustes usei o Photomatix, programa especializado em Tonning de HDRs.

Como eram 8*3 fotos, usei uma espécie de action nesse programa, que ele varre a pasta que tem as imagens e de acordo com o intervalo ele "agrupa" as fotos e gera a o tanto de HDR que você quiser para cada set de fotos.

Fiz 3 ajustes e pedi para o programa exportar também no formato HDR, por isso que existem tantos arquivos nessa pasta.


Já no Photoshop eu prefiro fazer a PAN manualmente, a versão que eu to usando do PS é a CS3 e ela buga bastante quando vai alinhar as fotos em panorâmica (boa razão).


Depois de fazer o crop da área real da imagem, com as layer masks fica fácil de fazer os devidos ajustes (ainda farei um tutorial, por hora escrevo só pra quem saca).



Alguns retoques como tirar o lixo e ajustar algumas sombras, volumes e espaços transparentes estão nesta etapa.

A câmera que usei pra fazer essas fotos não é muito boa, é uma Sony Cyber Shot DSC-W125 de 7.2 megapixels, por isso a imagem tem muito ruído, o que me fez usar um redutor de ruído no PS mas com medo de perder muitas informações na imagem, deixei os valores bem baixos o que praticamente não alterou a imagem.




Aqui depois de duplicar toda a composição, usei as curvas para clarear e o blend lighthen, fiz uma layer mask na imagem clara e fui apagando o céu para que ficasse como da imagem normal. Usei também o Channel Mixer e ele foi bem efetivo para dar uma climatizada na imagem toda.


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O meu desejo de estar é proporcional à minha inércia em ser.
- Essa frase é uma lombra típica subjetiva.


Namasté

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