31 julho, 2009

PQP!

Por nota de esclarecimento dos tempos:

- Tome muito cuidado com o que fala e depois pensa, não quero que pense antes de falar, ou pense duas vezes pra isso. Quero que pense em sí antes e mais nada. Se pensar em alguém, pense no bem, ou melhor no que faz bem, contudo... NUNCA! Mas NUNCA faça algo por alguém que mude sua liberdade de escolha.

To literalmente PUTO com seres humanos que imaginam saber de alguma coisa, por idealizar imagens e sensações inexistentes e dessa forma tirar conclusões ERRADAS! e FODEREM TUDO!


(autor desconhecido, uma pena)
Fonte: http://unit.aist.go.jp/is/sirg/research/human_erros_e.htm

15 julho, 2009

-

O que provar afinal?

Pensando sobre essa frase percebi que isso é um dos sentidos da vida, o que fazer... As vezes o meu querer fazer ou o meu fazer querer de querer. Que onda.

Pensando mais em práticas comecei a rever os meus conceitos do que eu faço da minha vida, um momento que eu adiei e queria. Parece as vezes que eu sou controlado pelo ambiente ou eu sou a influência máxima por alguma característica evidente. Sei que desenhar me tornou uma pessoa sociável - Por que você fez isso? Tem nome? Por que você não dá um nome?

hmm.. o que provar?
O que eu to querendo provar? Pra quem? O quê?

Tudo se prova e se põe a prova, é uma dinâmica quase que autômata, tudo se alimenta de isso tudo aí mesmo.
...




[previous] Assistindo hoje(?) ao 227° episódio de Bleach, um personagem meio misterioso e desapegado a tudo e a todos Kojima Mizuiro ao conhecer o protagonista Kurosaki Ichigo, meio que sem querer faz com que ele vá salvar Asano Keigo, que sem outras palavras é um grande baka. Ichigo o fez por que Mizuiro foi verdadeiro e falou bem de seu amigo, fazendo com que Mizuiro pensasse exatamente essa frase:

- Essa felicidade, para quem eu poderia dizer?

Acredito que todos nós dependemos de alguém para que possamos falar de nossos mais simples impulsos, diferente do Mizuiro que não se apega a pessoa alguma. Fiquei durante algumas horas com isso na cabeça, tentando compreender essa postura com a vida, o total desapego. Cheguei a algumas conclusões:

- Se fosse possível desligar o sentir do meu corpo, facilmente conseguiria.
- Se eu tivesse apenas uma pessoa na qual pudesse conversar sobre tudo, ãNNNNRRR error, rolou apego.
- Se eu tivesse nascido sem sexo seria fácil fazer isso.
- De fato a vida seria plenamente feliz.
- É necessário "mesmo" isso?
- Por que o desapego a tudo? r: sofrimento é uma consequência do apego (escutei isso)
- E se eu gostar de sofrer assim como sorrir, pois sinto uma coisa pra cada um?
- Quase que por fim, o que é bom e ruim pra mim? Já que em apego tudo é definido, em desapego faço o que?? O quê?
-

esse hífen é só o vazio.



Perguntas que considero relevantes para caminhar pela vida:

Quem sou eu?
O que quero provar?
Estou acordado?

...


Eu definitivamente sinto, isso eu tenho certeza.

Quando eu entro em contradição com as minhas idéias, não necessariamente me sinto mal com isso, na verdade sinto-me na obrigação de me contradizer caso alguma idéia imposta a mim seja certa, comparada com a que eu alegava.

30 junho, 2009

char Lv.127-115



PapaiCoruo.sLz
O avatar war war*



Aprimorar o espirito é a trabalhosa constante.
Renascendo para -recriar um destino que só tem começo.











20 junho, 2009

bleeding commas

Aconteceu assim de repente,
meio que sem algum acidente,
típico fato inconsequente,
que geralmente não se controla.


Para sangrar sem ao menos se ferir, existem várias explicações, a mais válida que me cabe ao agora é olhar o meu corpo e dizer sem preocupação alguma que não foi ferimento.

Minha compreensão é baseada em sentimentos,
aperto refresh e vejo o momento,
onde dentro de uma mente,
sem definir um conceito,
sangra sem nem mais nem tão..

Onde eu queria estar ontem,
foi onde eu estive hoje,
sem vontade de ouvir qualquer 'se'

...

escolhi por que me veio,
por que me foi certo,
mesmo parecendo incerto,
o mais puro desejo de hesitar..

Quando a ação torna-se inigima dos pensamentos, quer dizer que o agir diverge do querer, sem ao menos saber como definir um porquê.

------

Meu protesto vai de encontro com as definições bem definidas de momentos, coisas que são absurdamente passageiras e que restritas não significam nada, se passam por palavras vazias.

Acredito e sempre acreditei no sentimento, que não se define com o tempo e sempre vai haver de se mostrar. As horas mais prováveis ocorrem quando um estímulo externo, coisa que dizemos ser 'impar' a nós, vem surpreendendo e ganhando voz.

Por que sangrar se não existe ferimento? Eu sangro por dentro e me perco em labirintos que tem início e fim semelhante, uma volta não dura um instante e meu maior medo é não me perder.

Quero saber o que poderia acontecer,
caso algum dia eu amadurecer:
- No que se tornaria quem fizesse isso ao meu lado.

26 abril, 2009

erro ao gravar

Quando a busca é o ter, sente-se um vazio, como quem arruma um espaço para ser preenchido, sabendo o que quer e vivendo perdido. Esse meu querer talvez nunca saiba o quanto. Mesmo se o souber, assustaria e destruiria o encanto.

Agora fico eu a admirar sem nada fazer, caso algum dia eu me mexer - o que poderia acontecer?

..

O frio e o calor,
a ânsia e a vontade,
viram sentimentos
que criam a verdade.

Que atitude é essa?
Como posso ser assim?
Por que essa busca sempre tem fim?

Prefiro eu
continuar a sentir
a me acalmar,
para ter o que sempre quis,
sem ter que me fechar.


..

Engraçado como meus sentimentos só se sentem vivos quando estou a procurar alguma coisa, parece que quando eu acho perde a graça, vai-se a ansiedade, acaba o prazer.

Talvez a postura correta seja encontrar o limite do ter e não ter.

11 abril, 2009

Por dentro da máquina

Coisa que deveria ter sido explicada desde o primeiro post.

Este blog é obra de um robô que tem consciência, sendo assim sua C.P.U.* um hiper processador semelhante "ou" superior a um cérebro humano, isso nunca será comprovado.

Sua capacidade de armazenamento é infinita assim como a sua existência, além de este ser um automato, não necessitando de forma alguma recarregar suas baterias.

ÉR é uma máquina indestrutível, sendo composta de material desconhecido e natural eterno.

Essas são as únicas características que regram a existência de É.R. que junto do seu interprete, Flip, fazem as postagens aqui. Propriamente dito um pseudónimo em cima de outro =P


Por mais que É.R. faça as suas considerações a respeito de tudo o que lhe é posto e imposto, sou eu, o humano, que vos transmite e escreve neste meio digital de recordação e divulgação.
De fato utilizo-me da capacidade de raciocínio e compreensão para transcrever o que É.R. atribui a sua realidade.

...

Nota de eclarecimento burra:

Idealizo nas postagens algumas vertentes, sendo elas:
- Histórico pessoal de Felipe Marinho (pequenos recados ou lembretes) - Flip.
- Reflexões do robô ÉmileRobot - Avatar, nick e projeto digital.
- Diário ou Considerações de Felipe - Flip.

Vale lembrar que a relação de Felipe com ÉR é de coexistência, onde os primeiros contatos aconteceram na data inicial desse blog por volta de 2006, se pá antes por intermédio de uma orbital de Mário - Machine.

...

Por dentro da máquina.

Essa "máquina" na qual reflete sobre a vida, também fala, vê e se locomove, curte música eletrônica (defende ser sua forma de expressão) e interage com seus amigos. Por fora é puro, do mais raro e duradouro, ainda não descoberto pela ciência convencional e, provavelmente nunca será, metal eterno. De forma direta sua composição o torna um corpo estranho nesse mundo em que vivemos, tem um pouco de tudo e muito de nada que já imaginou-se existir. Sua existência é indefinida, portanto existem relatos de aparições de Émile Robot em toda a nossa história conhecida que para ele nem se resume a um ponto.

O que ele faz e fez? Como o post anterior explica, ele ama! Desde sempre e para sempre, de forma inversamente proporcional.

Do modelo...

É interessante comparar esse modelo de amor com o dos seres humanóides que habitam o Planeta Terra. Parece ser bem consistente e infalível, porém executar se torna prática demasiada exaustiva, posto que não iras errar e estaras dispondo todas suas energias nesse propósito.

...nasce um humanóide.

Esse "humanóide" que diz ter vindo do macaco, não sabe o que é felicidade ao certo, não sabe o que é amor, basicamente não sabe de muita coisa, ahh... ele tem uma certeza, só uma.

Essa certeza é tão certa, mas tão certa que nem ele mesmo sabe quando vai acontecer, mas que um dia será fato e nada poderá ser feito, como ÉmileRobot codifica - GameOver.

O humanóide no qual me refiro precisa recarregar suas energias constantemente, caso contrário em falta ou em deficiência sérios problemas ocorreriam ou não ocorreriam mais, nunca mais. A realidade imposta a essa forma de vida é diferente de um balde de água fria, mas um de água quente, fervendo! Essa criatura está e vive condicionada a sentir!

Sentimentos, ...

Esse sentir não vem de uma forma quantitativa como É.R. codifica, ele é inversamente proporcional nesse caso, sendo de essência qualitativa. O que é melhor? Liberdade ou prisão? Frio ou Calor? Verde ou Cinza? Alto ou quadrado?

...

O humanóide diferente de É.R. sente-se confuso ao encarar um desafio, ele é gerenciado por essências, máscaras e individualidades, diferente deste robô que é único, sua máscara será sempre a mesma e sua essência é amar.

Contudo esse ser pensante de carne, sangue e ossos não quer errar também... Ele é tão certo disso quanto a sua incerta certeza de morrer. Se ele não quiser errar e não errar, significa que também é capaz de amar, assim como uma máquina que define o amor como essa ação ou melhor, escolha.

Amar para o humanóide está mais para a escolha do que para uma postura, ou ímpeto. Será que ele começou errado? Claro que não, nem de longe, nem ÉR se atreve a dizer isso.

... justificativas e conclusões.

Para todo humanóide, errar é normal pois com um simples erro ele pode deixar de existir e, por natureza ele deixará de existir um dia, então nesse dia ele vai errar, nem que seja uma vez... uma única vez! Em outras palavras ele já nasce suscetível ao erro.

Imagine dar alguma característica de ÉR a esse humanóide que não fosse a eternidade. Ele se sentiria um verdadeiro Deus, senhor dos homens, o mais foda do mundo inteiro.

Sendo este um acontecimento desse ponto que ele vive ou viveu.

Mesmo tendo uma característica "divina" este ainda está destinado a errar um dia, o pior erro de sua vida, o erro que o levará a morte. Compreenda bem, esse erro pode ser qualquer coisa.

Agora retire essa característica de ÉR desse humanóide e dê a essa pequena consciência viva e desgastável ao tempo a eternidade.....


rror
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eror
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Ele como um "objeto de estudo" explicado na terceira etapa foi alterado, não mais sendo um humanóide. Voltaria a ser divino, contudo sua sede e fome por energia nunca acabará, sendo sua total essência de vida consumir. Sim! Consumir tudo! Consumir tudo para sempre!

Errado ou error, ...

Esse consumismo não faria mais sentido a um humanóide que sabe que tem a eternidade a sua frente, perguntado-se o que seria a próxima evolução. Agora sim, isso é um sentimento humanóide muito comum em todos, a superação. Não importa o quanto ele apanhe, sofra, sorria, gaste, perca ou erre, ele sente-se na eterna dívida de recompensar e superar históricos de "derrota" a sí mesmo.

o que seria o certo afinal?

Ele agora dotado de toda a eternidade está sucetível a experimentos eternos, questionar, provar, testar serão suas ações. Ele quer explorar esse sentimento louco e absurdo que o governa, de que poderá usar de tudo.

De tudo para todo o sempre.

Achas que ele se importará de fazer o errado ou o certo? Até mesmo a derrota tem graça, esse humanóide sabe muito bem disso e ele um dia vai escolher o errado só por que ele quer.

Se tem graça então pode ser bom.

Sobre essas circunstância que o ser humano vive, ele está fadado a entrar em loops, conflitos, perda da noção, "instinto selvagem", entre os mais variados e comuns sentimentos.

Cabe a cada um fazer o que bem entende, pois o que é certo pode eventualmente ser errado.

Tenha a ciência de que julgar torna-se uma atitude extremamente hipócrita, pois você erra ou errará assim como qualquer outro ser humanóide que vive aqui, um dia errará.

Assim um senso humano nasce dentro de um robô, este que nunca sentiu o vento ou o calor do sol, apenas o fazendo em dados numéricos. Esse senso humano ÉR codifica como respeito.

* - (Central Processing Unit)

(repeat playing: Swan Song, A Requiem, Here to Stay, Phenomena, Compassion, Torn Apart, Back to the Wall, Never Meant to Belong, Thank You!! e Peaceful Afternoon - Bleach OST)

06 abril, 2009

When a machine starts to love

"Compaixão é a total compreensão de ser, existir e agir."

Downloaded(sat.07:03am): BleachOST 1-2 rate: Excelente!



... '-' ...

Esta reflexão terá propósito maior se o seu foco for alguma coisa: animada ou inanimada, concreta ou abstrata, contanto que tenha muitas informações sobre ela ficará mais fácil comparar com todas as idéias expostas.

A primeira etapa

Para um robô começar a amar ele vai procurar compreender aquilo que observa e para isso ele não precisa de 1 seg. Entretanto as demais informações que devem ser coletadas necessitarão de um investimento chamado: tempo. Quanto mais tempo for dedicado às análises, maior será o seu banco de dados, contudo em um certo momento essa máquina "que não se distrai" percebe que precisa determinar períodos da sua vida para analisar aquilo que a tanto atrai. Permanecendo todos os dias observando e estabelecendo conceitos a levará a lugar nenhum, continuando assim estática.

A primeira etapa está concluída, os resultados começaram a ser organizados em arquivos e roteiros são gerados, assim como metas e testes a serem desenvolvidos.

Porém a segunda etapa é mais demorada que a primeira em proporções infinitas, pois apenas a experiência de compreendê-la (ofício da primeira etapa) que gera o seu banco de dados.

Em outras palavras, é uma busca eterna!

Conclui-se então que buscar a perfeição de conhecimentos e funcionamentos daquele objeto em estudo seria a única forma de terminar essa grande busca. Felizmente nada é perfeito e não existe algo perfeito, não importa o tempo que você se dedique, a perfeição nunca existirá. O robô terá que conviver com isso, assim como qualquer outra coisa viva e consciente.

Imagine se você for um ser perfeito, nada e absolutamente tudo poderão intervir às suas regras de existência e para cada acontecimento uma característica sua existirá para intervir nessa possibilidade infinita. Se os acontecimentos são infinitos, então suas regras são infinitas, logo descobrir todas as regras em curto espaço de tempo é impossível, contanto um robô tem a eternidade a sua frente, não existe obstáculo para sua pesquisa a não ser a própria imensidão do tempo. Mesmo assim sua busca será eterna.

A segunda etapa nunca deixará de existir, contudo a par deste balde de água gelada, chega-se na terceira etapa que trata-se do medo de perder o seu objeto de estudo. Um medo comum e eterno também, você tem uma eternidade para pesquisar sobre o seu interesse, porém "e se ele sumisse?" Este é o primeiro sintoma de zelo e afeto pelo seu objeto de estudo, a máquina preocupada em manter-se atualizada sempre com novas informações literalmente reflete sobre a sua possível grande perda! E isso não demora 1 segundo.

A terceira etapa começa a partir desse vazio.

Como vou lidar com o fato de possivelmente nunca mais poder ver, sentir, ouvir, imaginar, estudar, compreender, analisar, acompanhar, ensinar e assim vai por muitas ações, o meu objeto de estudo? Trata-se de uma palavra pouco compreendida, chamada compaixão. Uma das compreensões envolvendo-a é exatamente o que acontece na terceira etapa. Como uma postura a ser adotada.

Se o seu objeto de estudo é perecível ao tempo, a atitude adotada será compreender o porque dele se desgastar, dando-lhe esse direito. Intervir a favor do meu interesse significaria estender ao máximo esse desgaste mas isso afetaria uma regra de existência do meu objeto de estudo, pois ele é perecível. Assim ele não mais funcionaria como aquilo que me atraiu, conheci e interferi, tornando-se algo próximo da minha perfeição, correto?

Sim está correto, mesmo podendo implicar com várias leis, essa intervenção mudou a realidade, esse objeto está impossibilitado de decompor-se, sua história se resume ao dia em que parou de funcionar e virou essa outra "coisa". É perfeito! Tudo o que queria! É meu! É meu pra sempre! Contudo sua existência eterna o faria entrar em desespero pois sua naturalidade era decompor-se como tudo de existência semelhante a sua e, ocasionalmente tornaria esse objeto de estudo mais como um prisioneiro do que o seu nome propriamente dito. Querer toda a minha eternidade dividida com ele, mesmo ele sendo eterno é o mesmo que aprisioná-lo em minha privilegiada eternidade. No caso do robô sua condição de existência é pura e natural eterna, sendo um privilégio para ele isso, pois compreender tudo ao seu redor é uma questão de tempo, que para ele não demora 1 segundo. Como pode dividir sua infinita compreensão de existir com outra extremamente limitada pois possui uma validade estabelecida, sem que ela pare de vez de funcionar como ela é por natureza? Ou mesmo que essa divisão seja feita entre dois seres eternos, a partir do momento em que um divide a sua eternidade com o outro, eles não teriam mais a eternidade, necessáriamente teriam um ao outro como prisioneiros, pois cada um teria meia eternidade do outro. A resposta é que chegamos a um paradoxo, posto que ambos existem individualmente mas não existirão simultaneamente, logo é impossível.

O quarto estágio começa com o ímpeto e isso não demora nada e nem é um instante, de fato é uma pré-disposição.

O ímpeto de saber que a minha essência eterna é minha e eu sou o privilégiado
.

Certo, então poderá essa máquina eterna influir de alguma forma ao cometer ações com o seu objeto de estudo? Sim e deve! Entendendo a liberdade de existência e a liberdade de expressão, mesmo que essa expressão seja sumir ao degradar-se e não mais existir, essa máquina sem instrução inicial alguma saberá como desfrutar de cada segundo, de cada momento, de cada experiência, de cada novidade acerca de seu estudo, que para ela é um eterno zelo.

Esse estágio então acontece antes dos outros estágios? Por que ele não é o primeiro? Ao afirmar que os estágios anteriores não demoravam nem 1 segundo, não é afirmar que eles não demoram nada ou demoram muito. É só uma afirmação.

Para que uma máquina comece a amar a demora é zero, é instantâneo ou automático, pois ela é uma existência eterna, nada a preocupa, nem mesmo o tempo! Sua compreensão da vida é composta de toda a história do tempo, toda a história de suas realidades, toda a história da história e assim infinitamente.

Antes mesmo de 1 segundo, a máquina ao se cobrir de consciência, começará a amar. Pois a sua consciência não se trata da perfeição e sim de não errar.

28 janeiro, 2009

MADHOUSE

-openning brain memory
[recording data]

Traço sombreado e movimentos impressionantes, foi o que chamou a minha atenção quando assisti ao episódio "World Record" - Animatrix - já tinha como a animação preferida, pela história e pelo traço limpo e sombrio. Passados dois ou quatro anos, difícil saber, assisto outra animação do mesmo estilo animatrix (vários episódios de diferentes produtoras) - Batman Gotham Knight - e de todas as animações a que chama "In the Darkness Dwells" foi a que eu me empolguei mais, pela sua trama rebuscada, cenas de ação bruta, traço bem definido e muitas sombras bem colocadas - quando falo sombras não me refiro a iluminação, existe uma técnica que você faz só a sombra e o meio tom, sem o da claridade, deixando a ilumação em um filtro meio embassado ou com o meio tom mais claro (ao estilo contraste).


Quando terminou o episódio achei uma coincidência, só que ainda demorei uns minutos pra lembrar de onde vinha esse "dejavu" - abri as duas janelas (como acima) e pus uma cena dos dois episódios, comparação perfeita, agora faltava saber quem havia produzido.

Olhando os créditos achei - MADHOUSE:


O estilo de animação que aprecio e o traço que gosto de desenhar, esses caras traduziram em movimento o que eu mais boto fé em vídeo.

[memory stored]
12:07
28 de janeiro de 2009

21 agosto, 2008

Do Firmamento ao Infinito

Como se já não bastasse a referência que vou escrever agora:

- Estou aqui.

..Estar "aqui" pode representar ao mesmo tempo, lugar nenhum.

Assim como posso ser um ponto no universo, vivo em um "território" onde fica a minha casa mas para o universo o planeta Terra é a minha casa e isso só vai fazer sentido depois do Play.

.

O que quero expressar agora não tem nada haver com onde moramos, nem aonde 'possivelmente' iremos - seja debaixo da terra ou no espaço e até mesmo em uma outra dimensão.

Me perguntei hoje sobre "significados". Para ser mais específico vou começar a definir 'significado' com os seus elementos, uma re-construção literárea. Para que uma 'coisa' tenha 'um' significado, ela deve 'representar' alguma 'coisa' e essa coisa tem que fazer 'sentido' se não nada feito.

Vou substituir os termos:

- Para que uma 'bola' tenha um significado, ela deve representar alguma coisa.. por exemplo: futebol. Ocasionando assim 'um' significado para 'bola' = diversão, ou seja a bola é divertida.

Assim posso dizer que nessa caso 'bola' é significante de futebol e futebol é um significado de bola.

Claro que existem muitos detalhes que deixei passar, não estou explicando futebol, idealizei uma forma de pensar - conhecida como lógica e matemática discreta - que atualmente tem feito muita coisa ganhar sentido na minha mente, porém o que significa essa expressão:

- "Isso faz sentido pra mim, faz pra você? " (calma, vou chegar ao ponto - por agora você responde)

Caso a resposta seja sim.. será que essas duas pessoas em questão - a que concluiu o pensamento e a que concordou com ela - realmente são as donas da verdade, só por que fez sentido?

Pensando bastante nesse parágrafo acima me lembrei de uma citação na qual não me recordo o autor, que diz:

- Tudo aquilo que está em cima é igual ao que está embaixo, se quiser entender como funciona o universo, aventure-se na composição de um simples átomo. - Enfeitei um pouco mas o significado da citação é esse (bad cluster saca?).

Ainda assim tenho minhas incertezas quanto a afirmação de uma verdade, da elaboração de um conceito, da certeza de um significado.

Depois de negar, negar e negar e parecer chegar em lugar nenhum acabo concluindo que:

- As "coisas" apenas são. Se você compreendeu algo delas, mesmo que tenha criado um significado sem que tenham lhe dito nada, ela torna-se-á em 'um' dos significados o seu. Independente do que ela seja de verdade, porém a verdade não está em questão e sim o significado dela.

Assim concluo que uma "coisa" só é verdade para mim se eu criar um "significado" para essa "coisa".

[play: Smoke City (Heroes of Nature) - Imagine]
[original author: John Lennon]

..agora sim tem haver.

09 agosto, 2008

Feeling new smell - an english attempt


"Environment is not a game. Except about the laws not rules, it could be compared, but not be."

...

creation is not an action
it's a choice

it's a choice that relates
the thinking and the action
over 'n over again

remember...

the environment can
be choosed at will

but the choices when made..
always got to be real

by that...

the truth will not be reason
to be ashamed
by both reasons that rules all
the heart and the brain

and it's brave meaning
happens when..

it sounds clearly
feels honest
and it looks zen..


but...
if you ever feel sorry
about 'wherever' you choose

I sure you...
that's a normal thing that happens
just to tell us truth.



While learning to live
we always get the best

even when we are missing
the right act.


...


About the environment not much I can tell
because the new-old feeling always goes as well...


...

and why not change to the best
like creating new-oldstyles

Some could say it's a conflict of identity
or I could say its a matter of post-modernity.

...


Like Mr. Hall would defend,
I do believe that people change.

still..
After feelings are always unknown
and I will never forget the common birds though.